EUA capturam Nicolás Maduro em ataque militar à Venezuela: a análise completa

EUA capturam Nicolás Maduro em ataque militar à Venezuela: a análise completa

A madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, marcou uma virada histórica e explosiva na geopolítica das Américas. Em uma operação militar surpresa, forças dos Estados Unidos atacaram alvos na Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, retirando-os do país por via aérea. O presidente americano Donald Trump anunciou o sucesso da ação, classificando-a como um “ataque a gran escala”.

A operação, que começou por volta das 2h da manhã (hora local de Caracas), foi rápida e violenta. Moradores relataram ao menos sete fortes explosões, ruídos de aeronaves voando baixo, tremores e quedas de energia na capital, Caracas, e em áreas dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, de acordo com fontes, nesse cenário os EUA capturam Nicolas Maduro.

Como a operação aconteceu

A ação foi executada pela Força Delta, uma unidade de elite do Exército dos Estados Unidos especializada em missões secretas de alta complexidade. A operação durou menos de 30 minutos e teve como alvo instalações estratégicas, incluindo o complexo militar Fuerte Tiuna e o Palácio Presidencial de Miraflores.

O ataque ocorre após meses de tensão crescente. Desde setembro de 2025, os EUA vinham conduzindo a “Operação Lança do Sul”, um esforço militar no Caribe com o alegado objetivo de combater o narcotráfico associado a organizações criminosas ligadas ao governo venezuelano.

O destino de Maduro e as acusações

De acordo com o governo americano, Nicolás Maduro e Cilia Flores agora estão sob custódia dos EUA, em local mantido em sigilo por razões de segurança, e serão apresentados à Justiça em Nova York.

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, confirmou que o casal responde por acusações formais no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York. As acusações incluem:

  • Conspiração para narcoterrorismo.
  • Conspiração para importação de cocaína.
  • Posse de armas de guerra.

Em março de 2020, o Departamento de Justiça americano já havia apresentado acusações alegando que Maduro e aliados transformaram a Venezuela em um Estado criminoso a serviço de narcotraficantes, oferecendo uma recompensa de milhões de dólares por sua captura.

🇻🇪 O vazio de poder na Venezuela

Com a súbita remoção de Maduro, a constituição venezuelana determina que a vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assume o poder. No entanto, o cenário é de caos e incerteza. A própria Delcy Rodríguez afirmou desconhecer o paradeiro de Maduro e da primeira-dama, exigindo publicamente “prova de vida” imediata dos dois. O governo venezuelano decretou estado de emergência nacional e classificou a ação americana como uma “agressão imperialista” e uma violação grave de sua soberania.

Reações internacionais: um mundo dividido

A comunidade internacional reagiu com velocidade, mas de forma profundamente dividida, refletindo as fraturas geopolíticas globais.

  • Condenações e apelos à moderação:
    • Brasil: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os ataques “ultrapassam uma linha inaceitável” e representam uma “flagrante violação do direito internacional”, lembrando os piores momentos de interferência na América Latina.
    • Colômbia: O presidente Gustavo Petro manifestou “profunda preocupação”, rejeitou ações militares unilaterais e pediu uma reunião urgente da ONU e da OEA.
    • Cuba, México e Rússia: Condenaram veementemente o ataque, qualificando-o como “terrorismo de Estado” e “ato de agressão armada”. A Rússia pediu uma sessão urgente do Conselho de Segurança da ONU.
    • União Europeia: A chefe da diplomacia, Kaja Kallas, pediu moderação e respeito ao direito internacional, apesar de reiterar que a UE considera que Maduro “carece de legitimidade”.
  • Apoio e celebração:
    • Argentina: O presidente Javier Milei, aliado de Trump, celebrou nas redes sociais: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carao”**.

Perguntas sem resposta e cenários futuros

O evento levanta questões críticas para os próximos dias e semanas:

  1. Estabilidade Regional: Como a vizinhança da Venezuela, especialmente o Brasil e a Colômbia, lidará com o fluxo de refugiados, a instabilidade fronteiriça e o risco de uma guerra civil?
  2. Resposta Internacional Formal: Qual será a resposta concreta da ONU e de organismos multilaterais? Sanções aos EUA são possíveis?
  3. Julgamento em Nova York: Maduro receberá um julgamento justo? Como isso será visto globalmente, especialmente por países que consideram a ação uma violação do direito internacional?
  4. Futuro Político Venezuelano: Delcy Rodríguez conseguirá estabilizar o país? Haverá uma transição negociada, um governo interino apoiado pelos EUA ou um aprofundamento do conflito interno?

A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos não é o fim de uma crise, mas o início dramático de uma nova e imprevisível fase para a Venezuela e para as relações internacionais no século XXI.

Este é um evento em desenvolvimento. As informações estão sendo atualizadas constantemente. Voltaremos com novas análises à medida que mais detalhes oficiais surgirem.

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